quarta-feira, 9 de março de 2011

POPULAÇÃO DAS 100 MAIS POPULOSAS CIDADES BRASILEIRAS

CLASS UF CIDADE DOMICILIOS POP 2000 POP 2010
001 SP São Paulo 3.470.566 10.434.252 11.244.369
002 RJ Rio de Janeiro 2.083.317 5.857.904 6.323.037
003 BA Salvador 832.356 2.443.107 2.676.606
004 DF Brasília 752.741 2.051.146 2.562.963
005 CE Fortaleza 697.098 2.141.402 2.447.409
006 MG Belo Horizonte 738.384 2.238.526 2.375.444
007 AM Manaus 444.152 1.405.835 1.802.525
008 PR Curitiba 565.126 1.587.315 1.746.896
009 PE Recife 454.880 1.422.905 1.536.934
010 RS Porto Alegre 502.155 1.360.590 1.409.939
011 PA Belém 357.033 1.280.614 1.392.031
012 GO Goiânia 411.039 1.093.007 1.301.892
013 SP Guarulhos 353.751 1.072.717 1.222.357
014 SP Campinas 336.809 969.396 1.080.999
015 MA São Luís 263.518 870.028 1.011.943
016 RJ São Gonçalo 321.382 891.119 999.901
017 AL Maceió 270.014 797.759 932.608
018 RJ Duque de Caxias 264.246 775.456 855.046
019 PI Teresina 220.075 715.360 814.439
020 RN Natal 230.180 712.317 803.811
021 RJ Nova Iguaçu 242.029 920.599 795.212
022 MS Campo Grande 245.193 663.621 787.204
023 SP São Bernardo do Campo 234.829 703.177 765.203
024 PB João Pessoa 211.284 597.934 723.514
025 SP Santo André 212.919 649.331 673.914
026 SP Osasco 197.894 652.593 666.469
027 PE Jaboatão dos Guararapes 192.904 581.556 644.699
028 SP São José dos Campos 185.512 539.313 627.544
029 SP Ribeirão Preto 189.850 504.923 605.114
030 MG Contagem 179.592 538.017 603.048
031 MG Uberlândia 190.727 501.214 600.285
032 SP Sorocaba 175.733 493.468 586.311
033 SE Aracaju 164.162 461.534 570.937
034 BA Feira de Santana 160.835 480.949 556.756
035 MT Cuiabá 160.554 483.346 551.350
036 MG Juiz de Fora 166.339 456.796 517.872
037 SC Joinville 159.420 429.604 515.250
038 PR Londrina 162.673 447.065 506.645
039 RJ Niterói 163.275 459.451 487.327
040 PA Ananindeua 121.609 393.569 471.744
041 RJ Belford Roxo 143.731 434.474 469.261
042 RJ Campos dos Goytacazes 139.371 406.989 463.545
043 RJ São João de Meriti 145.076 449.476 459.356
044 GO Aparecida de Goiânia 132.955 336.392 455.735
045 RS Caxias do Sul 145.708 360.419 435.482
046 RO Porto Velho 113.841 334.661 426.558
047 SC Florianópolis 143.142 342.315 421.203
048 SP Santos 140.872 417.983 419.757
049 SP Mauá 125.103 363.392 417.281
050 ES Vila Velha 130.879 345.965 414.420
051 ES Serra 122.441 321.181 409.324
052 SP São José do Rio Preto 136.921 358.523 408.435
053 AP Macapá 91.442 283.308 397.913
054 SP Mogi das Cruzes 112.783 330.241 387.241
055 SP Diadema 113.957 357.064 386.039
056 PB Campina Grande 111.680 355.331 385.276
057 MG Betim 110.999 306.675 377.547
058 PE Olinda 110.408 367.902 375.559
059 SP Jundiaí 116.191 323.397 370.251
060 SP Carapicuíba 104.753 344.596 369.908
061 SP Piracicaba 110.997 329.158 364.872
062 MG Montes Claros 103.874 306.947 361.971
063 PR Maringá 114.600 288.653 357.117
064 ES Cariacica 105.544 324.285 348.933
065 SP Bauru 108.311 316.064 344.039
066 AC Rio Branco 90.643 253.059 335.796
067 GO Anápolis 102.324 288.085 335.032
068 SP São Vicente 98.391 303.551 332.424
069 RS Pelotas 113.023 323.158 327.778
070 ES Vitória 103.074 292.304 325.453
071 CE Caucaia 82.709 250.479 324.738
072 RS Canoas 102.585 306.093 324.025
073 SP Itaquaquecetuba 87.919 272.942 321.854
074 SP Franca 97.884 287.737 318.785
075 PE Caruaru 95.003 253.634 314.951
076 PR Ponta Grossa 93.418 273.616 311.697
077 SC Blumenau 98.763 261.808 309.214
078 BA Vitória da Conquista 84.695 262.494 306.374
079 PE Paulista 87.199 262.237 300.611
080 MG Ribeirão das Neves 84.304 246.846 296.376
081 RJ Petrópolis 94.331 286.537 296.044
082 MG Uberaba 96.265 252.051 296.000
083 PA Santarém 69.335 262.538 294.774
084 PE Petrolina 79.660 218.538 294.081
085 SP Guarujá 78.571 264.812 290.607
086 PR Cascavel 91.358 245.369 286.172
087 RR Boa Vista 75.701 200.568 284.258
088 SP Taubaté 82.960 244.165 278.724
089 SP Limeira 83.988 249.046 276.010
090 MG Governador Valadares 79.972 247.131 263.594
091 PR São José dos Pinhais 79.632 204.316 263.488
092 SP Suzano 73.267 228.690 262.568
093 RS Santa Maria 87.228 243.611 261.027
094 SP Praia Grande 80.759 193.582 260.769
095 RN Mossoró 71.583 213.841 259.886
096 RJ Volta Redonda 83.372 242.063 257.996
097 PR Foz do Iguaçu 77.666 258.543 256.081
098 RS Gravataí 82.246 232.629 255.762
099 MT Várzea Grande 73.536 215.298 252.709
100 CE Juazeiro do Norte 68.657 212.133 249.936

terça-feira, 8 de março de 2011

AUTO-SUFICIENTE EM PETRÓLEO?


BRASIL: auto-suficiência em petróleo ou excesso de retórica ?



A auto-suficiência em petróleo é assunto controvertido para quem não é do ramo.

Ficou difundido que aauto-suficiênciaem petróleo acontece quando há igualdade entre os números de consumo de petróleo e aprodução total da Petrobrás.

Auto-suficiência é muito mais do que querem propagar...

Representa o nível de progresso e desenvolvimento de uma nação.

Nenhuma atividade econômica do mundo moderno pode ser realizada sem que se utilizem petróleo e seus derivados em larga escala...

Portanto a auto-suficiência real em petróleo se traduz na quantidade de óleo e derivados consumida por um país para que se alcance e sustente níveis sociais compatíveis com os padrões internacionais de emprego, bem estar e desenvolvimento.Canadenses recebem anualmente em média perto de US$ 4 mil per capita na forma de dividendos que excedem as meticulosas e previamente estabelecidas cotas de rentabilidade sobre energia equivalente em petróleo...

A “civilização do petróleo” depende de máquinas e combustíveis para progredir e, por isso, um país e governo que se prezem teriam que providenciar, antes de quaisquer outros investimentos, fontes de energia de altas performances industriais. Nesse ponto os hidrocarbonetos são imbatíveis em geração de potência e menor custo final do que as demais formas energéticas...

Antes de aprofundarmos o tema, verifique, atenta e interativamente os dados globais...


Os números demonstram que há uma relação umbilical entre o grau de desenvolvimento de um país e a quantidade de petróleo que sua população consome diariamente. O Brasil nem aparece na tabela porque seu índice de consumo diário de petróleo é ridículo, pífio, escandalosamente baixo e atualmente está em pouco mais de 1,87 litro de óleo de petróleo por dia por habitante...

O que fazer para acabar com este grau histórico de baixo desenvolvimento em nosso país ?

Os dados da tabela revelam alguns paradigmas...

É preciso queimar muito, mas muito mais petróleo bruto do que os 2 milhões de barris diários para aumentar os níveis de industrialização e modernização, além de gerar trabalho em vários ramos, riqueza e bem estar.

Isso só ocorrerá com a implantação de uma política de preços baixos e, principalmente, com isenção gradual e total de todos os impostos incidentes na oferta de combustíveis e não hesitar em importar gigantescas quantidades diárias de petróleo para que o Brasil alcance patamares competitivos globais...

Se quiséssemos que o Brasil figurasse hoje como último país da tabela teríamos que possuir um índice de pelo menos quatro litros de consumo por dia por cada habitante. A população do Brasil está ao redor de 186 milhões de habitantes e o valor numérico da Escala de Desenvolvimento seria quatro; então teríamos que produzir aproximadamente 4,7 milhões de barris de petróleo por dia ...Mas hoje consumimos somente 2,2 milhões de barris por dia e faltariam 2,5 milhões de BPD (mais que o dobro do nosso consumo atual) para pretendermos passar para o grupo dos grandes países industrializados.

Jamais chegaremos à auto-suficiência e comprovamos com raciocínio óbvio e lógico...

Completaremos 70 anos de pesquisa em petróleo desde a fundação do Conselho Nacional do Petróleo em 1938 com descobertas dos melhores campos produtores no Recôncavo baiano...

Se os poços tivessem sido descobertos desde a fundação da Petrobras, em 1953, completaríamos 55 anos de atividades...

Numa previsão otimista e com base nos dados da tabela, a Petrobras precisaria de outros 55 anos para produzir os 4,7 milhões de barris de petróleo por dia que nos guindariam a última posição da tabela, hoje.

Mas em 55 anos a população do Brasil quase dobraria novamente e aqueles hipotéticos 4,7 milhões de barris por dia não fariam efeito algum para melhorar nossas condições sociais...

Para deslocar o Brasil ao nível de desenvolvimento energético da Alemanha (5,57) precisaríamos consumir 6,5 milhões de barris por dia, no mínimo, atualmente; quantidade que jamais a Petrobras produziria sozinha... E mesmo que conseguisse, a população já teria aumentado e o consumo subiria desproporcionalmente à produção... É a “ciranda da miséria” ou “ração de fome energética”, principalmente em petróleo...

A falsa idéia da "auto-suficiência", divulgada com alarde eleitoreiro, só poderia ser alcançada em duas hipóteses...

· Na primeira teríamos que impedir radicalmente o crescimento populacional ...

· Na segunda seria necessário diminuir drasticamente o consumo de petróleo...

Nenhuma delas faria efeito positivo.

A primeira é ilegal e imoral.

E a segunda opção aprofundaria ainda mais a miséria do Brasil, principalmente porque com cada barril de petróleo produzido ou importado, a indústria produz mais de 3.200 produtos ou itens de mercado.

Para finalizar e reforçar a impropriedade do termo auto-suficiência pedimos que o leitor reveja a tabela e observe os paises que nada produzem em termos de petróleo mas são auto-suficientes em energia e desfrutam de posição invejável no clube dos ricos como Taiwan, Bélgica, Luxemburgo, Finlândia, Coréia, Singapura e outros.

Pela interpretação eleitoreira da palavra auto-suficiência esses países jamais poderiam ser auto-abastecidos pois não têm como igualar suas produções e consumos de petróleo.

Noruega é um dos grandes produtores mundiais de petróleo e Hong Kong nada produz mas ambos são verdadeiramente auto-suficientes em energia, emprego, empregabilidade e bem estar social.

Por outro lado, a Venezuela, que faz parte da OPEP, é auto-suficiente mas seu parque industrial é escandalosamente fraco e seu governo vem sendo globalmente apontado como déspota, truculento e corrupto...

O consumo de energia de combustíveis fósseis (e outros) no Brasil ainda é baixíssimo e por isso os brasileiros empacam no subdesenvolvimento e na penúria social...

Sugerimos um Programa Básico de Desenvolvimento tendo como base a energia do petróleo...

O que fazer já ?

Importar todo o petróleo necessário para impulsionar a indústria e baratear – internamente – preços dos seus derivados preferivelmente zerando em 3 ou 5 anos, gradativamente, todos os impostos incidentes no consumo de combustíveis.

Os lucros da Petrobrás seriam menores mas ainda assim, absurdamente generosos e convidativos...

Para impulsionar ainda mais a atividade, nossos dirigentes teriam que ser pressionados pelos eleitores para modificar as leis impostas pelos constantes lobbies de organismos regulatórios como a Agência Nacional de Petróleo – ANP e rever, é claro, a maioria da legislação ambiental e algumas normas do IBAMA, como forma de encorajar empresários – locais e globais – que quiserem entrar na atividade exploratória...

E, na Petrobrás, seria salutar aplicar idéias novas na exploração das bacias petrolíferas brasileiras porque as idéias vigentes na atividade da pesquisa geológica da estatal não mais funcionam dentro do tempo razoável exigido pela velocidade necessária para tirar o Brasil da “ração de fome energética” que alguns marqueteiros de plantão nominam, erroneamente, como auto-suficiência em petróleo.

E bom lembrar que o Brasil detém as maiores jazidas de óleo e gás natural do planeta, principalmente na Amazônia Legal, Nordeste e Sudeste.

A extração de hidrocarbonetos (óleo e gás) em larga escala é benéfica e, ao contrário do que a maioria pensa, petróleo, quando tecnicamente refinado e eticamente consumido, nada polui...

O mundo inteiro só mapeou atualmente 0,4% de todo petróleo in place desse planeta !

E o que é pior... no Brasil não há incentivos governamentais ou privados que garantam a formação de pessoal técnico (segundo grau e superior) aptos para o setor petrolífero, a exceção de algumas Escolas de segundo grau e Universidades dos Estados da Bahia e Rio de Janeiro.

HERBIS GONÇALVES

Geógrafo, Jornalista, Professor


Para aprofundar mais o tema:

· www.cia.gov/cia/publications/factbook/fields/2173.html

· www.mnsu.edu/emuseum/information/population/index.php

· Vicente Lassandro Neto (Engenheiro e geólogo / Petrobrás – BA)

· Caio Anderson (Geólogo / PETROBRÁS – BA / RN)

· herbis@ig.com.br

Queda do muro de Berlim

Todos os artigos sobre a Guerra Fria

O infográfico, elaborado pela Super, mostra informações da construção e da queda do muro, através de imagens históricas, relatos e cronologia.


Para ver em tela cheia, clique aqui

Breve Histórico

Prá quem está viajando, ou nasceu há pouco tempo e usa o argumento como desculpa, o Muro de Berlim foi criado no dia 13 de agosto de 1961. O objetivo de sua construção, a grosso modo, foi separar Berlim ocidental - sob tutela dos Estados Unidos -, e Berlim oriental - sob tutela da União Soviética.

O muro foi construído no contexto da Guerra Fria, conflito entre os Estados Unidos, que representava o bloco capitalista, e a União Soviética, que representava o bloco socialista. Desta forma, a construção do muro foi símbolo da divisão do mundo entre os dois blocos. Sua queda representou o começo do fim do socialismo na União Soviética e, consequentemente, da Guerra Fria.

Algumas curiosidades

A estrutura do muro foi construída na madrugada do dia 13 de agosto de 1961. Quando a população da parte ocidental acordou, boa parte do muro já estava construída.

O muro contava com uma estrutura para assegurar o isolamento dos dois lados, a saber:

- 66,5 km de gradeamento metálico;
- 302 torres de observação;
- 127 redes metálicas eletrificadas com alarme;
- 255 pistas de corrida para cães de guarda;

Este muro provocou a morte de 80 pessoas identificadas, 112 ficaram feridas e milhares aprisionadas nas diversas tentativas de atravessar.

Dê uma nota e faça um comentário: o que você achou do infográfico? Ajuda a entender aspectos da construção e queda do muro? E qual a sua opinião sobre a criação do Muro de Berlim?

segunda-feira, 7 de março de 2011

O fim do socialismo




A queda do Muro de Berlim representou a queda do regime socialista no mundo.

A criação do socialismo como regime político-econômico visava sufocar e extinguir o sistema que vigorava no final do século XIX, o capitalismo. As ideias socialistas almejavam implantar uma sociedade mais justa e igualitária.

Os principais idealizadores do socialismo foram os alemães Karl Marx e Friedrich Engels, após uma profunda análise no sistema capitalista eles proporam a estruturação de uma sociedade alicerçada no regime socialista.

A partir daí, as ideias do regime socialista se espalharam pelo mundo e muitos países as implantaram. No entanto, tais nações não instituíram o socialismo aos moldes propostos por Karl Marx e Friedrich Engels. Desse modo, o socialismo aplicado em diversas nacionalidades recebeu o nome pelos estudiosos de “socialismo real”, ou seja, aquele que realmente foi colocado em prática.

Na União Soviética e todo Leste Europeu foi instaurado o socialismo real, marcado principalmente pela enorme participação do Estado. Esse fato fez emergir, de certa forma, um sistema um tanto quanto ditatorial, tendo em vista que as decisões políticas não tinham a participação popular. A liberdade de expressão era reprimida pelos dirigentes, que concentravam o poder em suas mãos.

Com o excesso de centralização do poder, a classe de dirigentes, bem como os funcionários de alto escalão do governo, passaram a desfrutar de privilégios que não faziam parte do cotidiano da maioria da população; o que era bastante contraditório, pois o socialismo buscava a construção de uma sociedade igualitária.

Em todo o transcorrer da década de 80, a União Soviética enfrentou uma profunda crise, atingindo a política e a economia. Tal instabilidade foi resultado de diversos fatores, dentre os quais podemos destacar o baixo nível tecnológico em relação aos outros países. Isso porque o país investiu somente na indústria bélica, deixando de lado a produção de bens de consumo. Além, da diminuição drástica da produção agropecuária e industrial.

Diante dos problemas apresentados, a população soviética ficava cada vez mais descontente com o sistema socialista. A insatisfação popular reforçava o anseio de surgir uma abertura política e econômica no país para buscar melhorias sociais. O desejo de implantar um governo democrático na União Soviética consolidou a queda do socialismo no país. Fato que ligeiramente atingiu o Leste Europeu, que buscou se integrar ao mundo capitalista.

Hoje, praticamente não existem países essencialmente socialistas, salvo Cuba. São ainda considerados socialistas: China, Vietnã e Coréia do Norte. Aos poucos essas nações dão sinais de declínio quanto ao sistema de governo, promovendo gradativamente abertura política e econômica.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Censo 2010 - Pirâmide Etária Brasileira


Pirâmide Etária






Censo 2010 - Goiás


Primeiros Dados do Censo 2010

Dados: Goiás





CENSO 2010 - PRIMEIROS DADOS

Acessem e Postem seus comentários sobre o Censo


terça-feira, 1 de março de 2011

ECONSCIENCIA

Este site foi uma iniciativa dos alunos do Colégio Simetria juntamente com o Professor Lobão e tem como meta plantar uma semente de conscientização acerca da questão ambiental. Ele é composto por várias seções, que são:

1) Dicionário ambiental (Dicionário composto de termos que tem haver com as questões de ecologia, Ntureza e Geografia>
2) O papel das Ongs (Matérias extraídas de uma das mais importantes Organizações Não Governamentais do mundo – a WWF)
3) Vídeos (Pequenos videos que informam e mobilizam as pessoas sobre as questões ecológicas)
4) Banco de Imagens (Fotos e esquemas ilustrativos sobre o Meio Ambiente e as ações antrópicas>
5) Mural do Verde (Espaço aberto para dúvidas, sugestões e mensagens para a galerinha do site ou para toda a comunidade)
6) Links (Atalhos para outros sites que abordam o mesmo tema)


Os integrantes do site são:
AMANDA BRUNA IGOR
JÉSSICA LEIDIENE MARCO AURELIO
PEDRO PAULO PÉRICLES LUDMILA

RELÓGIO DA TERRA

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