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domingo, 3 de julho de 2011

NOVOS DADOS DO CENSO 2010 - SINOPSE POR SETORES

IBGE divulga Malha Municipal e Informações dos Setores Censitários do Censo 2010

O IBGE coloca à disposição do público a Malha Municipal Digital de Setores Censitários do Censo 2010, assim como os dados agregados por setor censitário da Sinopse Preliminar do Censo. A Malha, junto com os dados agregados, permite visualizar resultados do Censo 2010 em um mapa digital. Os setores são as menores unidades territoriais estabelecidas pelo IBGE para fins de coleta do Censo.
Para sua visualização, o IBGE está disponibilizando na sua pagina na Internet uma aplicação Web que permite exploração e visualização dos dados por município/subdistrito/bairro de todos os 316.574 setores censitários.
Os arquivos da Malha Municipal e de Setores Censitários e da Base de Informações do Censo 2010 por Setores Censitários estão disponíveis no linkhttp://www.censo2010.ibge.gov.br/sinopseporsetores/





Para trabalhar com a malha, é necessário utilizar um software de geoprocessamento. Para aplicações mais simples de recuperação de informações georreferenciadas, o IBGE disponibiliza o Estatcart, que pode ser obtido na Loja Virtual ou adquirido nas livrarias do IBGE, assim como um DVD contendo todos os dados e informações necessárias.
A Malha disponibilizada em Unidades da Federação possibilita o cruzamento de informações do Censo 2010 com outras bases de dados compatíveis, o que a torna de fundamental importância para o planejamento de ações institucionais e políticas públicas nos municípios.
A resolução do arquivo digital é variável: nas áreas urbanas é compatível com escalas cartográficas na faixa de 1:2.000 a 1:10.000 (o que significa que 1 mm no mapa representa entre 2 e 10 metros no terreno) e nas áreas rurais, com escalas na faixa de 1:25.000 a 1:250.000 (1mm no mapa representa entre 25 a 250 metros no terreno).
O IBGE está disponibilizando também, no seu Banco de Dados Agregados (SIDRA), as informações por subdistrito/bairro que podem ser acessadas pelo Sistema de Recuperação Automática (SIDRA), no link http://www.sidra.ibge.gov.br/
É possível construir informações por bairro como, por exemplo, a média de moradores por domicílio, a razão de sexo (número de homens para cada 100 mulheres) e o índice de envelhecimento, que é o número de pessoas idosas (com 65 anos ou mais de idade) para cada 100 pessoas jovens (de 0 a 14 anos). No município do Rio de Janeiro, por exemplo, os bairros com menor razão de sexo são Flamengo, com 50 mil residentes e 73,2 homens para cada 100 mulheres, e Copacabana, com 146,4 mil residentes e 74,3 homens para cada 100 mulheres. Os dois também têm os maiores índices de envelhecimento: 263,1 e 248,6 pessoas idosas para cada 100 jovens, respectivamente.
Próximas divulgações: características do entorno e resultados definitivos do Universo
Até o momento, as divulgações do Censo 2010 já retrataram diversos aspectos da realidade nacional. Além da densidade demográfica e da contagem da população – detalhada até o nível de setor censitário e com informações por sexo, grupos de idade e situação de domicílio –, também já foram divulgados resultados preliminares do Universo até o nível de município, tais como condição de parentesco no domicílio, cor ou raça, alfabetização, registro de nascimento em cartório e, ainda, informações sobre os próprios domicílios, relativas ao número de moradores, acesso a serviços básicos saneamento, iluminação e rendimento mensal domiciliar per capita.
Está prevista para ainda este mês a divulgação das características urbanísticas do entorno dos domicílios. Em outubro, serão publicados os resultados definitivos do Universo, inclusive por setor censitário, além de informações sobre aglomerados subnormais e indicadores sociais municipais básicos. Em novembro, começa a divulgação dos dados preliminares da Amostra. O calendário completo, com divulgações previstas até 2012, está disponível no link:http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/censo2010/calendario.shtm

terça-feira, 19 de abril de 2011

Indio é gente



Autor(es): Xico Graziano
O Estado de S. Paulo - 19/04/2011
Hoje é o Dia do Índio. Merecido. A data ajuda a valorizar as origens da sociedade, provoca reflexão sobre o presente. Difícil é descobrir o que guarda o futuro para os remanescentes indígenas. Haverá espaço para eles na sociedade pós-moderna?
Talvez 5 milhões de nativos, ninguém sabe ao certo quantos, viviam no Brasil na época do descobrimento. Distintamente da colonização espanhola na América Central, os portugueses aqui não atuaram para dizimá-los. Longe do confronto, os índios mantiveram espírito colaborativo com os colonizadores.
Eram rudimentares e dispersos os índios brasileiros. Viviam como na Idade da Pedra. Ignoravam a faca e o anzol, nunca haviam visto uma galinha ou um cavalo, comiam mandioca, desconheciam a banana. Não ergueram castelos nem usavam joias. Esse "atraso" histórico os levou ao encantamento com as bugigangas tecnológicas trazidas pelos portugueses.
Sabe-se que as doenças europeias - gripe, sífilis, rubéola - causaram elevada mortandade nos povos originais das Américas. A perda de territórios e a miscigenação também foram causas de decréscimo populacional. Resultado: hoje se contam 460 mil índios nas aldeias, distribuídos entre 225 tribos. As línguas originais, estimadas em 1.300, reduziram-se a 180 dialetos.
Somam 107 milhões de hectares as reservas indígenas brasileiras, distribuídas em 611 territórios, dos quais 98% pertencem à Amazônia. Não é pouco. Tais espaços, protegidos pela Fundação Nacional do Índio (Funai), ultrapassam em 48,6% a área cultivada no País, exceto pastagens. Significa que cada índio, contando crianças e mulheres, domina uma média de 228 hectares. Na agricultura, a área média dos estabelecimentos rurais, segundo o IBGE, soma 68,2 hectares.
Pode parecer muita terra para pouco índio. Mas faz sentido. Além da necessidade de preservação florestal das imensas glebas, tornado viáveis a caça e a pesca artesanal, as reservas indígenas cumprem, simultaneamente, função ambiental relevante, protegendo valiosos ecossistemas naturais. Justificam-se, assim, duplamente.
O núcleo da questão indígena não reside no tamanho da área que eles ocupam. Nem na recente, e controversa, demarcação de novos territórios, que avançam sobre terras agricultadas há décadas, particularmente em Roraima e em Mato Grosso do Sul. O dilema, mais complexo, advém do papel destinado aos remanescentes indígenas na sociedade atual. A dúvida parece ser eterna: é melhor mantê-los distantes, isolados, ou certo seria promover sua integração na sociedade? Tutela ou suicídio étnico?
A prudência indica o caminho do meio. Mas a rota é difícil. Os vetores da modernidade, alimentados pela facilidade da comunicação, atingem em cheio as aldeias indígenas, afetando seus costumes e danificando sua cultura secular. Levam, ao mesmo tempo, qualidade de vida e alcoolismo, televisão e prostituição. Como se opor ao progresso?
Jean-Jacques Rousseau, em seu famoso Discurso sobre a Origem e os Fundamentos da Desigualdade entre os Homens (1755), provocou uma grande polêmica ao defender o "nobre selvagem". Dizia o filósofo suíço que o "estado de natureza" primitivo era moralmente superior à civilização, pois esta deformava a essência humana. Deu o que falar.
É aristotélica a discussão, que nunca perdeu sua pertinência, sobre o caráter da natureza humana. Agora, sob os imperativos da sociedade tecnológica e globalizada, a pergunta permanece: serão os povos tradicionais naturalmente bons? A pergunta nunca esboçou fácil resposta.
Recentemente estive no México visitando as ruínas das civilizações pré-hispânicas, desde a cidade sagrada de Chichén Itzá, símbolo da civilização maia, até o recém-descoberto Templo Mayor dos astecas e o mistério de Teotihuacán, com suas magníficas pirâmides do Sol e da Lua.
Curtir aquela estranha beleza histórica não suplanta o horror de descobrir que templos, pirâmides e cenotes eram, na verdade, venerados locais de sacrifícios humanos. Princesas se assassinavam barbaramente em rituais religiosos, alimentando o poder macabro daquelas sociedades antigas. Para os astecas, o equilíbrio cósmico só seria mantido se os deuses fossem alimentados com "corações palpitantes". Crueldade pura.
Nós somos levados a ser condescendentes com os povos primitivos, talvez por buscarmos um subterfúgio que esconda as mazelas da sociedade atual. Esse esconderijo mental, ultimamente, inventou que os indígenas seriam "ecológicos". Um conceito idílico, falso.
Os tupiniquins foram grandes incendiários da floresta virgem, utilizando o fogo para abrir roça - a conhecida "coivara" - e encurralar a caça. A devastação da floresta atlântica começou com a aliança entre portugueses e índios. Juntos, com machado afiado, derrubaram todas as árvores de pau-brasil que conheciam.
Questionar a santidade dos antepassados explica parte do sucesso do Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil, imperdível livro de Leandro Narloch. Ele "joga tomates" na historiografia oficial e contesta o mito do índio como homem puro, vivendo em harmonia com a natureza, ideia comum na cabeça das pessoas, das crianças principalmente.
Nas comemorações do Dia do Índio, a melhor forma de valorizá-los será tratá-los dentro da sua própria vivência, jamais os estereotipando como sublimes representantes da bondade celestial. Há índios perversos, como perversos são aqueles que não os toleram.
Apostar na diversidade étnica e cultural mistura respeito com realismo. As famílias indígenas carecem ter oportunidades, educação, vida saudável, cuidados do Estado. Nada que ver com a tutela que os trata como se incapazes fossem.
Índio é gente, ser humano, não bicho estranho.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Reforma agrária - o que é?


Marcha pela Reforma Agrária

Reforma agrária é, basicamente, a redistribuição mais justa da terra.

A concentração fundiária no Brasil é resultado de uma distribuição de terra que aconteceu no passado de forma desordenada e destinada, muitas vezes, a quem não precisava. Sem contar que os lotes de terra eram gigantescos. Atualmente, grande parte das terras brasileiras se encontra nas mãos de uma minoria de famílias, o que promove o surgimento de uma enorme quantidade de trabalhadores desprovidos de terras para cultivar o seu sustento e de sua família.

A disparidade existente na estrutura fundiária brasileira gera a insatisfação de várias classes da sociedade (trabalhadores rurais, cientistas políticos, sociólogos, entidades religiosas, dentre outros), que apóiam a implantação da reforma agrária. Esse pensamento está alicerçado em dois pontos determinantes: o primeiro é o fator social e o segundo, o econômico. O fator social pelo fato que há milhares de famílias que precisam de um pedaço de terra para cultivar seu alimento e que também, de certa forma, se torna o seu emprego, tendo em vista que o desemprego é grande no país. Já o fator econômico, refere-se aos objetivos ligados à produção de alimentos para o abastecimento interno, forçando a diminuição dos preços dos mesmos, que recentemente foram inflacionados diante da crise mundial de alimentos. Incluindo ainda que esses pequenos produtores podem se tornar exportadores para diversos países do mundo, o que contribuiria para a economia do país.

Na tentativa de solucionar os fatores citados acima, a Nova Constituição Federal de 1988, trouxe consigo um artigo que determina a aplicação da reforma agrária em propriedades rurais que se encontrem na categoria de improdutivas. No entanto, o artigo deixou falhas por não expressar especificamente o que se caracteriza ser uma propriedade improdutiva. O desprovimento de informações específicas quanto a esse tipo de propriedade gerou a ascensão dos problemas relacionados à luta pela terra, surgindo, inclusive, confrontos armados que deixaram mortos e feridos, como o massacre do Eldorado dos Carajás (Pará).

A imprecisão de informações leva os sem-terra a interpretar “ao pé da letra” o artigo da Constituição Federal, portanto, quando esse grupo visualiza uma propriedade improdutiva, eles se vêem no direito de invadí-las. Do outro lado da questão, estão os proprietários dessas terras que sempre negam essa condição e afirmam que as mesmas são produtivas e que a invasão não passa de um ato ilegal e criminoso. Nesse caso, o proprietário aciona o poder público exigindo uma atitude do mesmo.

A incidência de conflitos envolvendo trabalhadores sem-terra se tornou mais difundida após o surgimento do maior movimento de luta pela posse da terra no Brasil, o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra). Trabalhadores integrados a esse movimento promovem protestos e invasões em diferentes pontos do Brasil. Algumas atitudes ofensivas por parte do grupo fazem com que o movimento não ganhe a opinião pública nacional, que seria um ponto positivo para a consolidação da aplicação da reforma agrária no Brasil. A realidade é que essa questão está longe de ter uma solução, diante da complexidade que a envolve, principalmente, quando se trata de um país capitalista, como o nosso.





terça-feira, 15 de março de 2011

Características da População - IBGETEEN

    O Brasil é um país populoso e com densidades muito heterogêneas.

    Registros mais precisos sobre o tamanho da população brasileira vêm sendo feitos desde a realização do primeiro recenseamento, em 1872. No período de 1872-2000, a população aumentou cerca de 10 vezes.

    Acompanhe este aumento no gráfico abaixo: ele apresenta os totais da população residente apurados desde o primeiro recenseamento até à última contagem da população total do país.

    Atualmente o Brasil aparece como o quinto país mais populoso do mundo, ficando atrás da China, Índia, Estados Unidos e Indonésia.

    As densidades demográficas das cinco Grandes Regiões são bastante heterogêneas.

    Confira no gráfico: em 2000, a região Norte era a menos densa, com 3,4 hab/km2; a região Sudeste continuava sendo a mais densa, com 78,2 hab/km2.

    A velocidade do crescimento da população começou a diminuir na década de 60

    Confira no gráfico abaixo as taxas de crescimento da população do período 1872-2000 . Observe que a partir da década de 60 a velocidade do crescimento populacional começou a cair, mantendo a queda nos anos seguintes até chegar à taxa mais baixa na década de 90, conforme observado nos resultados do Censo 2000.

    A população brasileira é eminentemente urbana

    O Brasil chegou ao final do século XX como um país urbano: em 2000 a população urbana ultrapassou 2/3 da população total, e atingiu a marca dos 138 milhões de pessoas.

    Este é o resultado de um processo iniciado na década de 50 na região Sudeste. A partir de então, este contraste se acentuou e se generalizou pelas cinco grandes regiões do país.

    Observe no gráfico abaixo.

    O gráfico seguinte revela que a Região Sudeste, em 2000, ainda se mantinha na liderança do processo de urbanização.

    No Brasil há mais mulheres do que homens e a proporção de jovens na população total vem diminuindo desde a década de 80.

    • Composição da população por sexo
    • Em 2000 manteve-se a tendência histórica de predominância feminina na população total: para cada 100 mulheres havia 96,93 homens, ou seja, havia um excedente de 2 647 140 mulheres em relação ao número total de homens.

      Embora nasçam mais homens do que mulheres, morrem menos mulheres do que homens: a porcentagem de homens que morrem entre os 10 e 50 anos é maior do que a de mulheres, sendo esta diferença (sobremortalidade masculina) devida às mortes por causas violentas, principalmente entre os mais jovens.

      Contudo, cenários opostos podem ser observados quando são comparados o Brasil urbano e rural.

      Nas áreas urbanas, para cada 100 mulheres registrou-se um número médio de 94,19 homens, mas nas áreas rurais, a relação é inversa, para cada 109,22 homens foram registradas 100 mulheres.

      Veja na tabela a seguir:

      Razão entre o número de mulheres e o de homens na população total - Brasil 1980/2000
      TotalUrbanaRural
      198019912000198019912000198019912000
      98,7497,596,9395,1994,2694,19106,56108,3109,22
      Fonte: Censo Demográfico 2000 - Características da População e dos Domicílios. Resultados do Universo.
      IBGE, 2001

    • Composição da população por idade
    • Até o início dos anos 80, a estrutura etária da população brasileira, revelada pelos Censos Demográficos, vinha mostrando traços bem marcados de uma população predominantemente jovem.

      A generalização das práticas anticonceptivas durante os anos 80 resultou no declínio da natalidade, o que se refletiu no estreitamento da base da pirâmide etária e na redução do contingente de jovens: compare na pirâmide abaixo, os dados para 1980, 1991 e 2000.

    No Brasil de 2000 menos pessoas se declararam de cor parda.

    Comparados aos resultados do Censo de 1991, os resultados do Censo 2000 registraram a redução da parcela da população que se declarou parda e um pequeno aumento da população que se declarou branca ou negra

    Veja o gráfico abaixo:

    Composição da População por Raça
    19912000
    Total146 815 796Total169 872 856
    Branca75 704 927Branca91 298 042
    Parda62 316 064Parda65 318 092
    Preta7 335 136Preta10 554 336
    Amarela630 656Amarela761 583
    Indígena294 135Indígena734 127
    Sem declaração534 878Sem declaração1 206 675
    Fonte: Censo Demográfico 2000: Resultados do Universo

    O último Censo Demográfico registrou menos católicos e mais evangélicos.

    Confira no gráfico: o número de pessoas que se declarou evangélica e sem religião aumentou em relação a 1991.

Atlas Geográfico do IBGE


segunda-feira, 14 de março de 2011

VIDEO DO CENSO - MUITO BOM



Em 2010, o IBGE realizou o XII Censo Demográfico, que se constituiu no grande retrato em extensão e profundidade da população brasileira e das suas características sócio-econômicas e, ao mesmo tempo, na base sobre a qual deverá se assentar todo o planejamento público e privado da próxima década.

O Censo 2010 é um retrato de corpo inteiro do país com o perfil da população e as características de seus domicílios, ou seja, ele nos dirá como somos, onde estamos e como vivemos.

A fase preparatória da operação censitária teve início em 2007 e seus trabalhos foram intensificados a partir de 2008. A coleta começou em 1º de agosto de 2010 e o s dados já estão disponíveis em
http://www.censo2010.ibge.gov.br/



ASSISTA AO VÍDEO INSTITUCIONAL DO CENSO BRASIL 2010

quarta-feira, 9 de março de 2011

POPULAÇÃO DAS 100 MAIS POPULOSAS CIDADES BRASILEIRAS

CLASS UF CIDADE DOMICILIOS POP 2000 POP 2010
001 SP São Paulo 3.470.566 10.434.252 11.244.369
002 RJ Rio de Janeiro 2.083.317 5.857.904 6.323.037
003 BA Salvador 832.356 2.443.107 2.676.606
004 DF Brasília 752.741 2.051.146 2.562.963
005 CE Fortaleza 697.098 2.141.402 2.447.409
006 MG Belo Horizonte 738.384 2.238.526 2.375.444
007 AM Manaus 444.152 1.405.835 1.802.525
008 PR Curitiba 565.126 1.587.315 1.746.896
009 PE Recife 454.880 1.422.905 1.536.934
010 RS Porto Alegre 502.155 1.360.590 1.409.939
011 PA Belém 357.033 1.280.614 1.392.031
012 GO Goiânia 411.039 1.093.007 1.301.892
013 SP Guarulhos 353.751 1.072.717 1.222.357
014 SP Campinas 336.809 969.396 1.080.999
015 MA São Luís 263.518 870.028 1.011.943
016 RJ São Gonçalo 321.382 891.119 999.901
017 AL Maceió 270.014 797.759 932.608
018 RJ Duque de Caxias 264.246 775.456 855.046
019 PI Teresina 220.075 715.360 814.439
020 RN Natal 230.180 712.317 803.811
021 RJ Nova Iguaçu 242.029 920.599 795.212
022 MS Campo Grande 245.193 663.621 787.204
023 SP São Bernardo do Campo 234.829 703.177 765.203
024 PB João Pessoa 211.284 597.934 723.514
025 SP Santo André 212.919 649.331 673.914
026 SP Osasco 197.894 652.593 666.469
027 PE Jaboatão dos Guararapes 192.904 581.556 644.699
028 SP São José dos Campos 185.512 539.313 627.544
029 SP Ribeirão Preto 189.850 504.923 605.114
030 MG Contagem 179.592 538.017 603.048
031 MG Uberlândia 190.727 501.214 600.285
032 SP Sorocaba 175.733 493.468 586.311
033 SE Aracaju 164.162 461.534 570.937
034 BA Feira de Santana 160.835 480.949 556.756
035 MT Cuiabá 160.554 483.346 551.350
036 MG Juiz de Fora 166.339 456.796 517.872
037 SC Joinville 159.420 429.604 515.250
038 PR Londrina 162.673 447.065 506.645
039 RJ Niterói 163.275 459.451 487.327
040 PA Ananindeua 121.609 393.569 471.744
041 RJ Belford Roxo 143.731 434.474 469.261
042 RJ Campos dos Goytacazes 139.371 406.989 463.545
043 RJ São João de Meriti 145.076 449.476 459.356
044 GO Aparecida de Goiânia 132.955 336.392 455.735
045 RS Caxias do Sul 145.708 360.419 435.482
046 RO Porto Velho 113.841 334.661 426.558
047 SC Florianópolis 143.142 342.315 421.203
048 SP Santos 140.872 417.983 419.757
049 SP Mauá 125.103 363.392 417.281
050 ES Vila Velha 130.879 345.965 414.420
051 ES Serra 122.441 321.181 409.324
052 SP São José do Rio Preto 136.921 358.523 408.435
053 AP Macapá 91.442 283.308 397.913
054 SP Mogi das Cruzes 112.783 330.241 387.241
055 SP Diadema 113.957 357.064 386.039
056 PB Campina Grande 111.680 355.331 385.276
057 MG Betim 110.999 306.675 377.547
058 PE Olinda 110.408 367.902 375.559
059 SP Jundiaí 116.191 323.397 370.251
060 SP Carapicuíba 104.753 344.596 369.908
061 SP Piracicaba 110.997 329.158 364.872
062 MG Montes Claros 103.874 306.947 361.971
063 PR Maringá 114.600 288.653 357.117
064 ES Cariacica 105.544 324.285 348.933
065 SP Bauru 108.311 316.064 344.039
066 AC Rio Branco 90.643 253.059 335.796
067 GO Anápolis 102.324 288.085 335.032
068 SP São Vicente 98.391 303.551 332.424
069 RS Pelotas 113.023 323.158 327.778
070 ES Vitória 103.074 292.304 325.453
071 CE Caucaia 82.709 250.479 324.738
072 RS Canoas 102.585 306.093 324.025
073 SP Itaquaquecetuba 87.919 272.942 321.854
074 SP Franca 97.884 287.737 318.785
075 PE Caruaru 95.003 253.634 314.951
076 PR Ponta Grossa 93.418 273.616 311.697
077 SC Blumenau 98.763 261.808 309.214
078 BA Vitória da Conquista 84.695 262.494 306.374
079 PE Paulista 87.199 262.237 300.611
080 MG Ribeirão das Neves 84.304 246.846 296.376
081 RJ Petrópolis 94.331 286.537 296.044
082 MG Uberaba 96.265 252.051 296.000
083 PA Santarém 69.335 262.538 294.774
084 PE Petrolina 79.660 218.538 294.081
085 SP Guarujá 78.571 264.812 290.607
086 PR Cascavel 91.358 245.369 286.172
087 RR Boa Vista 75.701 200.568 284.258
088 SP Taubaté 82.960 244.165 278.724
089 SP Limeira 83.988 249.046 276.010
090 MG Governador Valadares 79.972 247.131 263.594
091 PR São José dos Pinhais 79.632 204.316 263.488
092 SP Suzano 73.267 228.690 262.568
093 RS Santa Maria 87.228 243.611 261.027
094 SP Praia Grande 80.759 193.582 260.769
095 RN Mossoró 71.583 213.841 259.886
096 RJ Volta Redonda 83.372 242.063 257.996
097 PR Foz do Iguaçu 77.666 258.543 256.081
098 RS Gravataí 82.246 232.629 255.762
099 MT Várzea Grande 73.536 215.298 252.709
100 CE Juazeiro do Norte 68.657 212.133 249.936

RELÓGIO DA TERRA

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