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quarta-feira, 15 de junho de 2011

AVATAR E O MEIO AMBIENTE



O encantador planeta Pandora
No dia 18 de dezembro de 2011, estreou no Brasil um dos filmes mais esperados nos últimos tempos: Avatar. Dirigido por James Cameron (diretor de Titanic), esse considerado épico de ação e aventura nos apresenta Pandora, um maravilhoso planeta em fase de exploração humana. Coincidências? Muitas. E, por isso, tentarei fazer alguns comentários de cunho ambiental sobre o filme nesta postagem.
No futuro, o verde da Terra acabou, mas nem é por esse motivo que os humanos decidem explorar Pandora. A gananciosa humananidade aproveita de suas tecnologias para extrair riquezas – que geralmente são interpretadas como recursos (recursos muito mal usados, pelos humanos diga-se de passagem) – de Pandora. Mais precisamente, um mineral que vale muito. Além dos minerais valiosos, criaturas assustadoras, mas ao mesmo tempo encantadoras desfrutam da companhia da que pode ser considerada a mais bela e criativa criação de flora para um planeta distante. Acho que eu nunca tinha visto um planeta alienígena tão encantador como Pandora. Geralmente, planetas alienígenas são representados como altamente civilizados e evoluídos e tudo isso sempre é expresso através de um ambiente nem um pouco “verde”. O que não acontece em Pandora, onde o que é considerado altamente evoluído são os comportamentos conscientemente ambientais dos nativos.
(Eu não sei como encaixar isso ao longo do texto, mas é incrível como TUDO em Pandora é bioluminescente!)
No entanto, o planeta alienígena não é apenas habitado por minérios, flora e fauna selvagem. Lá também habitam seres humanoides, civilizados (o termo “civilizado” pode ser interpretado em seu conceito antropológico, onde um grupo de indivíduos se organiza em comunidade com cultura, crença, língua, etc.): os Na’vi. A presença dos Na’vi complica um pouco as coisas. O que antes poderia ser uma operação mais direta, agora é afetado por uma série de princípios do código de conduta ética humana.
Com intuito de conquistar a confiança dos Na’vi, projetos de colonização são feitos em Pandora. Escolas são fundadas para que a língua inglesa seja ensinada aos habitantes do planeta, bem como a língua na’vi seja aprendida pelos humanos. Tudo isso, é claro, com a ajuda da Biologia: uma recombinação do DNA humano com o DNA na’vi contribuiu para produzir corpos na’vi nervosamente inativos que posteriormente são ativados  através de neurotransmissores dos humanos que cederam seus DNAs para a produção desses corpos. Assim eles podem utilizá-los, como avatares para “penetrar” na comunidade na’vi.
Sobre os personagens principais: a relação entre o fuzileiro naval Jake e a “princesa” na’vi Neytiri de longe é parecidíssima com a relação retratada pela animação da Disney de 1995, Pocahontas. Assim como Pocahontas ensina ao bravo capitão da marinha inglesa, John Smith, que é possível com as cores do vento colorir (Colors of the Wind: canção considerada um dos maiores hinos de preservação ambiental), Neytiri age como uma verdadeira educadora ambiental durante o longa Avatar. A personagem na’vi não ensina apenas Jake, mas transmite uma mensagem de conscientização ecológica que pode ser bem compreendida pelo público de qualquer idade.
Clichê? Em uma crítica cinematográfica até pode ser, mas eu só tenho como olhar para essa mensagem do filme como algo positivo. Nunca é demais demonstrar como é importante se entender e se posicionar no planeta como parte dele, ao invés de dono dele. E nisso o filme Avatar acerta em cheio. Super recomendo Avatar e concedo-lhe o título de entretenimento educador ambiental.
Não tenho intenção, nem competência para fazer críticas (positivas ou negativas) ao filme, mas se você se interessa também por isso, pode ler a crítica cinematográfica de Avatar no site Pipoca Combo através do link: http://pipocacombo.virgula.uol.com.br/critica-avatar
RETIRADO DO BLOG: ESSE TAL MEIO AMBIENTE, POR PEDRO WITCHS 

terça-feira, 14 de junho de 2011

TUDO SOBRE A AMAZÔNIA - ATLAS



A SAE acaba de publicar o atlas digital “Amazônia – Visão Estratégica”. A publicação, encomendada à editora paulista Vista Divina, foi criada para dar suporte aos formuladores de políticas na Amazônia e aos interessados pela região.
O atlas, além dos temas geológicos, cobre a territorialidade das áreas protegidas da Amazônia, localidades, assentamentos, biomas, ocupação agrícola, territórios indígenas e unidades de conservação.
Apresenta também o quadro atual nas áreas de transportes, recursos minerais, energia e defesa da região, e os planos futuros de expansão nesses setores.

ATLAS NA TELA INTEIRA

domingo, 12 de junho de 2011

ANÁLISE DO DOCUMENTÁRIO " A HISTÓRIA DAS COISAS"


:: A HISTÓRIA DAS COISAS ::The Story of Stuff


Uma nova perspectiva sobre o ambiente, a sociedade e o consumo.
Um filme que irá mudar para sempre a forma como as pessoas vêm o consumo e os produtos. Este documentário é um alerta importante para todos os consumidores.
earth-planet.JPG
O que é a "História das Coisas"?
Um pequeno documentário educativo que apresenta importantes informações sobre questões ambientais e sociais dentro da temática do consumo de produtos, que representa um assunto urgente e de vital importância para a sobrevivência de todo o Planeta e da espécie Humana, para o presente e o futuro.

A História das Coisas é um documentário rápido e repleto de fatos que olha para o interior dos padrões do nosso sistema de extração, produção, consumo e lixo. Desde a sua extração, transformação até à sua venda, uso e disposição, todas as coisas que compramos e usamos na nossa vida afectam as sociedades e o ambiente a nível local e mundial. Normalmente as consequências de um consumo descuidado são desastrosas em vários níveis, mas a maioria destes factos são por vários motivos propositadamente manipulados e escondidos dos nossos olhos pelas empresas e políticos cujos objectivos principais são o lucro e o poder, que obtêm ao promover um consumo exacerbado que só pode ser realizado à custa de toda a vida na Terra, de sofrimento, exploração e destruição ambiental.
A História das Coisas expõe assim as conexões entre um enorme número de importantes questões ambientais e sociais, demonstrando com factos, que ao consumirmos de forma inconsciente e desmedida, estamos a destruir o mundo e a auto-destruirmo-nos, e assim apela-nos a criar uma maior consciência do problema e um mundo mais sustentável e justo para todos, para o planeta Terra e para futuras gerações.
Este documentário vai-nos ensinar algo, fará rir, e essencialmente acabará por mudar para sempre a maneira como olhamos para todas as coisas que existem na nossa vida, fazendo-nos adquirir uma nova visão e respeito pelo ambiente e pelas pessoas. Um excelente documentário a não perder. Veja mais documentários e saiba mais informações importantes mais para o final.

VER DOCUMENTÁRIO EM PORTUGUÊS:

Participe no debate acerca deste tema em: http://www.eco-gaia.net/forum-pt/index.php/topic,820.0.html
Website original do documentário: http://www.storyofstuff.com
* * *
  



Reflexão - Porque é importante que todos ajudem a proteger o ambiente:
Vivemos um momento único da história da Humanidade e do planeta, pois entramos numa fase crítica por enfrentamos problemas ambientais desastrosos. É um facto assegurado que se as pessoas não mudarem de mentalidade, estes problemas ambientais causados pela própria Humanidade podem em breve extinguir toda a vida no planeta. Assim é absolutamente urgente mudarmos de atitude e empenharmo-nos na protecção da Natureza a todos os níveis e sentidos. Cada pessoa tem a responsabilidade moral de ter o bom senso de participar individual e localmente, de forma a haver uma transformação global. Através deste panfleto pretendemos dar informações de como ajudar a proteger o Ambiente, apresentando simples sugestões que ajudam e muito a minorar o efeito negativo que temos no Ambiente de forma local e global, tanto por nós como por toda a vida no planeta, o “nosso” único e precioso habitat.

É necessário ter-se a consciência que a maior parte das nossas ocupações quotidianas provoca impacto no Ambiente. Acender uma luz, abrir uma torneira, viajar de carro ou fazer compras. Qualquer actividade consumista tem uma repercussão negativa no equilíbrio ecológico do planeta. Aqui o segredo é minimizar ao máximo os danos que fazemos no dia-a-dia. Este fenómeno pode ser representado com a frase: “consumir é votar”. Esta frase significa que a maioria das nossas atitudes habituais expressam uma opção, seja negativa ou positiva. Esta permite-nos escolher entre um produto tóxico e outro inócuo, entre usar e desbaratar, entre gerar lixo, reciclar, reparar ou evitar os resíduos antes de comprar.
Todos somos livres de escolher, mas para que essa liberdade seja real e positiva, deve ser bem fundamentada baseando-se no conhecimento e na compreensão de que tudo o que consumimos não aparece espontaneamente nas prateleiras do supermercado, nem desaparece por artes mágicas no contentor do lixo. Tudo o que consumimos vem de algum lado e vai parar a outro, constituindo um ciclo vicioso de produção-consumo-resíduos, que vai determinar o seu impacto real e extremamente negativo no Ambiente. Muitas vezes a aquisição de objectos obedece apenas a questões de publicidade, promoções ou necessidades criadas artificialmente e não a verdadeiras razões de utilidade. Existem alternativas à nossa forma de vida actual, que podemos começar a construir elevando o olhar acima do supérfluo para nos fixarmos apenas no mais essencial e verdadeiro.
PENSE GLOBALMENTE, ACTUE LOCALMENTE
COMPORTAMENTOS INDIVIDUAIS PODEM ALCANÇAR TRANSFORMAÇÕES GLOBAIS



AJUDE A PROTEGER O AMBIENTE:
Como ajudar a proteger o Ambiente - Opções essenciais para fazer no dia-a-dia:
http://infonature.org/site-pt/node/17





Inquéritos relacionados com o Ambiente - Dê a sua opinião e vote:
http://infonature.org/site-pt/poll



domingo, 15 de maio de 2011

A História das Coisas - Parece mais a nossa história.

Você sabe por que aquele aparelho eletrônico dar defeito com mais facilidade? Ou por que você quer sempre um lançamento mais recente do mercado? Nesse documentário você achará algumas respostas. Ele é curto, mas esclarece muito. Demonstra uma verdadeira cadeia de produção e consumo ao qual o mundo globalizado estar mergulhado. Com ele pode-se também trabalhar alguns termos em Geografia.
  • Obsolescência Programada;
  • Obsolescência Perceptiva;
  • Grandes Corporações;
  • Consumo em Massa;
  • Economia Global;
  • Degradação Ambiental;
  • Sustentabilidade.
Da extração e produção até a venda, consumo e descarte, todos os produtos em nossa vida afetam comunidades em diversos países, a maior parte delas longe de nossos olhos.
História das Coisas é um documentário de 20 minutos, direto, passo a passo, baseado nos subterrâneos de nossos padrões de consumo.

História das Coisas revela as conexões entre diversos problemas ambientais e sociais, e é um alerta pela urgência em criarmos um mundo mais sustentável e justo.
História das Coisas nos ensina muita coisa, nos faz rir, e pode mudar para sempre a forma como vemos os produtos que consumimos em nossas vidas.

Aqui você pode carregar e depois assitir, e abaixo desse vídeo você verá um link para efetuar DOWNLOAD.



Áudio - Português/BR
Formato Vídeo - AVI
COMO BAIXAR PELO BITSHARE

Clique em REGULAR DOWNLOAD.
Perceba q vai abrir uma contagem regressiva de 1 minuto.
Perceba tbm que no final da contagem irá aparecer umas letras, repita-as dando espaço e clique em SOLVE CAPTCHA.
Depois clique em STAR DOWNLOAD.
Salve em uma pasta, e assista no WINDOWS MEDIA PLAYER.

VI NO GEOGRAFICAMENTE CORRETO. SHOW DE BOLA

domingo, 8 de maio de 2011

MÃE, SÓ TEM DUAS!

Reflexão:

Mãe e Mãe Natureza sem a primeira você até sobrevive, mas sem a segunda não.

domingo, 10 de abril de 2011

Charges sobre o Meio Ambiente




Essas charges servem como reflexão sobre a questão ambiental e serão muito úteis para a semana de filosofia do colégio Pitágoras Flamboyant. Espero que gostem!!!












































quinta-feira, 31 de março de 2011

INTERNACIONALIZAÇÃO DA AMAZÔNIA


PARTE 01


VEJA ANTES UM ARTIGO QUE EXPLICA ESSE TEXTO NO BLOG QUATRO CANTOS

- Internacionalização da Amazônia –


Durante debate ocorrido no mês de Novembro/2000, em uma Universidade, nos Estados Unidos, o ex-governador do Distrito Federal, Cristovam Buarque (PT), foi questionado sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia. O jovem introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um humanista e não de um brasileiro. Segundo Cristovam, foi a primeira vez que um debatedor determinou a ótica humanista como o ponto de partida para a sua resposta:

"De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso. Como humanista, sentindo e risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a Humanidade. Se a Amazônia, sob uma ótica humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro. O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço. Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado

Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país. Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação. Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural amazônico, seja manipulado e destruído pelo gosto de um proprietário ou de um país.

Não faz muito, um milionário japonês, decidiu enterrar com ele um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado. Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York, como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhattan deveria pertencer a toda a Humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua história do mundo, deveriam pertencer ao mundo inteiro. Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maior do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil. Nos seus debates, os atuais candidatos à presidência dos EUA têm defendido a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida.

Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do mundo tenha possibilidade de ir à escola. Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro. Ainda mais do que merece a Amazônia. Quando os dirigentes tratarem as crianças pobres do mundo como um patrimônio da Humanidade, eles não deixarão que elas trabalhem quando deveriam estudar; que morram quando deveriam viver. Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo. Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia seja nossa. Só nossa."

PARTE 02

LEIA ANTES A EXPLICAÇÃO DE QUE ESSE LIVRO NÃO EXISTE NO BLOG QUATRO CANTOS


CLIQUE AQUI PARA BAIXAR

PARTE 03

ESSE VÍDEO É PARTE DE UM JOGO DO GUARANÁ ANTÁRTICA, MAS NÃO DUVIDO QUE LOGO LOGO ISSO POSSA REALMENTE ACONTECER.... VEJA MAIS INFORMAÇÕES NAGLOBO.COM

RELÓGIO DA TERRA

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