sexta-feira, 17 de julho de 2009
Quem foram os monges copistas?
A maior parte dos mosteiros tinha bibliotecas, onde se guardavam livros manuscritos. Estes livros eram, em geral, cópias de obras de devoção religiosa de autores cristãos, ou de obras de filosofia e medicina de autores clássicos e, algumas vezes, mesmo de autores árabes.
Eram os monges copistas que,
no escritório do mosteiro, se
encarregavam deste trabalho
da cópia de obras antigas, que
ilustravam com belíssimas iluminuras.
No mosteiro de Lorvão, foi
realizada a mais importante
obra da iluminura portuguesa-
o códice do Apocalipse do Lorvão (1189).
Nos mosteiros existiam escolas- escolas monásticas- onde os monges ensinavam os que queriam seguir a vida eclesiástica ou filhos de nobres. Desta cultura monástica saíram grandes vultos da cultura medieval: Sto. António (século XIII), notável pregador, famoso na Europa, e Pedro Hispano (século XIII), que veio a ser papa (com o nome de João XXI).
É aos monges dos mosteiros do Lorvão, Santa Cruz de Coimbra e Alcobaça que se devem os primeiros textos em prosa do país (narrativas de vidas de santos, lendas e fábulas).
Texto extraído do site:http://www.iep.uminho.pt/aac/hsi/a2001/2001/sitehistoria/culturamonastica.htm
terça-feira, 23 de junho de 2009
ESPECIFICA DE ATUALIDADES ON LINE

* Conflitos (Disputa pelo controle de mananciais está entre as causas de guerra em certas regiões do globo)
* Usos e abusos (Crescimento demográfico, mudanças climáticas e desperdício restringem o acesso universal à água)
* Brasil (Rico em mananciais, o país ainda deixa boa parte da população sem acesso a serviços de esgoto e água encanada)
* Saúde (Sem acesso à água limpa, não há população saudável)
AULA 02 – Internacional – * Estados Unidos (Barack Obama, o primeiro presidente negro do país, assume com a economia norte-americana em profunda crise
* História (A longa luta dos negros norte-americanos pela conquista dos direitos civis)* Conflitos (Guerras espalham terror e morte em diversos países)
* Reforma da ONU (Organização perde poder para enfrentar os desafios políticos e econômicos da atualidade)
* Muro de Berlim (Há 20 anos, os alemães do Leste e do Oeste subiram no muro, soterrando o maior símbolo da Guerra Fria)
* Revolução Islâmica (O movimento que, 30 anos atrás, derrubou o regime do xá e colocou os aiatolás no poder no Irã )
AULA 04 – América Latina – * Bolívia (As reformas de Evo Morales e a tensão com a elite econômica )* Equador (Nova Constituição reforça o papel do Estado na economia)* Nicarágua (O presidente Ortega busca reerguer a economia do país)* Venezuela (Referendo confirma: Hugo Chávez poderá tentar se reeleger um número ilimitado de vezes)
AULA 05 – Brasil –* Amazônia (Com a maior floresta tropical do mundo, a região apresenta um grande potencial, mas também enfrenta problemas enormes)
* Questão agrária (A propriedade da terra no Brasil continua concentrada nas mãos de poucas pessoas e empresas )* AI-5 (Os 40 anos do mais intolerante ato institucional do regime militar)
AULA 06 – Economia –* Crise econômica (Entenda as principais causas e consequências do turbilhão que atingiu a economia global)* Crack de 1929 (A quebra da Bolsa de Nova York provoca uma profunda e prolongada recessão)* Comércio internacional (Impasse paralisa as negociações na OMC)Combustíveis* Produção de biocombustíveis e novas reservas de petróleo abrem boas perspectivas ao Brasil)
AULA 07 – Questões Sociais –* Migração (Países ricos endurecem políticas migratórias)* Doenças (Veja o perfil das doenças em países ricos e pobres)* Violência (Jovens brasileiros morrem cada vez mais cedo)* IDH (Índice de Desenvolvimento Humano revela contrastes no mundo)
AULA 08 – Ciências e Meio Ambiente –* Aquecimento global (Fóruns internacionais negociam novo tratado para o período posterior ao de Kyoto)* Biomas brasileiros (Urbanização e agropecuária provocam impactos na mata Atlântica, no cerrado e na Amazônia)
AULA BÔNUS – GEOGRAFIA DE GOIÁS – * Processo Histórico * Aspectos Naturais
* Aspectos Humanos
domingo, 21 de junho de 2009
COLÉGIO FLAMBOYANT
Video do youtube de um hovercraft
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1º ano E. M. (clique aqui) Geografia
2º ano E. M. Geografia
3º ano E. M. Geografia
quinta-feira, 18 de junho de 2009
terça-feira, 16 de junho de 2009
TV LOBÃO
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- DIA 17/06 - 21:00
- DIA 18/06 - 17:00
sábado, 13 de junho de 2009
domingo, 7 de junho de 2009
ZEES CHINESAS
As Zonas Econômicas Especiais da China são Zonas Econômicas Especiais (ZEE) que constituem o principal mecanismo de abertura da economia chinesa. Foram criadas na segunda metade da década de 70 junto ao litoral ociental da China.
Base de formação e consolidação das ZEE é:
- Abertura de mercado ao capital estrangeiro, mas também com forte participaçãoestatal.
- Proximidades das áreas portuárias e urbanas.
- Produção industrial diversificada e voltada especialmente para as exportações.
- Foram apoiadas por um conjunto de infra-estrutura que permitissem a entrada do capital financeiro.
- Mão-de-obra barata e abundante.
- Assumem o modelo econômico Híbrido: Economia Socialista de Mercado.
Entre 1980 e 1984 o governo da República Popular da China estabeleceu uma série de zonas económicas especiais com leis próprias no que toca à iniciativa económica de particulares que se afastam da então rigidez do regime Comunista no resto do território Chinês. Estas foram estabelecidas em Shantou, Shenzhen, e Zhuhai, todas na Província de Cantão e em Xiamen, na Província de Fujian bem como a inteira ilha que constitui a Província de Hainan.
A partir dessa altura, o governo abriu outras cidades costeiras ao investimento estrangeiro: Dalian, Qinhuangdao, Tianjin, Yantai, Qingdao,Lianyungang, Nantong, Shanghai, Ningbo, Wenzhou, Fuzhou, Cantão, Zhanjiang, e Beihai - todas em 1984; Península de Liaodong, Província de Hebei (que rodeia Pequim e Tianjin), Península de Shandong, Delta do Rio Yangtze, Triângulo Xiamen-Zhangzhou-Quanzhou no Sul da Província de Fujian, Delta do Rio das Pérolas, e Guangxi - todas entre 1985 e 1990.
Em 1990 o governo abriu a nova zona de Pudong bem como mais cidades ao longo do vale do Rio Yangtzé ao investimento estrangeiro e desde 1992 que todas as capitais das províncias e regiões autónomas e ainda umas quantas cidades costeiras e fronteiriças sofreram a mesma abertura.
GEOPOLITICA DA COLOMBIA

Do G1, em São Paulo e em Brasília
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reúne-se nesta quinta-feira (6), em Brasília, com o colega colombiano Álvaro Uribe para debater, entre outros temas, a negociação entre Colômbia e Estados Unidos para instalação de bases militares norte-americanas em solo colombiano.
A instalação de sete bases para o Exército norte-americano na Colômbia vem gerando tensão entre outros países sul-americanos, sobretudo a Venezuela, que recentemente congelou as relações diplomáticas com o país vizinho.
O tema deve ainda ocupar lugar central nas discussões do próximo encontro do Unasul (União das Nações Sul-Americanas) na próxima segunda-feira (10), em Quito, no Equador, do qual Uribe não participará.
Oficialmente, a viagem de Uribe tem o objetivo de "abordar temas sobre o terrorismo na Colômbia, seus riscos e os assuntos relativos à União das Nações Sul-Americanas (Unasul)".
O Brasil é o sexto destino do presidente colombiano para tratar do assunto. Uribe já manteve encontros com os colegas Alan García (Peru), Evo Morales (Bolívia), na terça-feira (4), além dos presidentes de Chile, Argentina e Paraguai, nesta quarta (5). Do Brasil, deve seguir ainda ao Uruguai.
A previsão do Palácio do Planalto é que a reunião, marcada para as 15h, dure cerca de duas horas. Antes disso, Lula reunirá ministros e auxiliares para fazer uma reunião preparatória e deve discutir os aspectos de segurança e política internacional envolvidas no acordo no país vizinho.
A principal preocupação do Brasil é sobre a autonomia militar que os Estados Unidos terão sobre as bases. Até agora, Colômbia e Estados Unidos afirmaram que as bases serão comandadas pelos militares colombianos.
O governo brasileiro também não vê com bons olhos, segundo o assessor especial da presidência da República para assuntos internacionais, Marco Aurélio Garcia, uma maior presença militar de países de fora da região próximos à Amazônia.
Outra crítica feita pelo Brasil é sobre o encaminhamento dessas negociações entre os dois países. O Brasil e outros países da região queriam ter sido informados pelos canais diplomáticos tradicionais da intenção dos colombianos e norte-americanos.