terça-feira, 23 de junho de 2009
domingo, 21 de junho de 2009
COLÉGIO FLAMBOYANT
Video do youtube de um hovercraft
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quinta-feira, 18 de junho de 2009
terça-feira, 16 de junho de 2009
TV LOBÃO
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- DIA 17/06 - 21:00
- DIA 18/06 - 17:00
sábado, 13 de junho de 2009
domingo, 7 de junho de 2009
ZEES CHINESAS
As Zonas Econômicas Especiais da China são Zonas Econômicas Especiais (ZEE) que constituem o principal mecanismo de abertura da economia chinesa. Foram criadas na segunda metade da década de 70 junto ao litoral ociental da China.
Base de formação e consolidação das ZEE é:
- Abertura de mercado ao capital estrangeiro, mas também com forte participaçãoestatal.
- Proximidades das áreas portuárias e urbanas.
- Produção industrial diversificada e voltada especialmente para as exportações.
- Foram apoiadas por um conjunto de infra-estrutura que permitissem a entrada do capital financeiro.
- Mão-de-obra barata e abundante.
- Assumem o modelo econômico Híbrido: Economia Socialista de Mercado.
Entre 1980 e 1984 o governo da República Popular da China estabeleceu uma série de zonas económicas especiais com leis próprias no que toca à iniciativa económica de particulares que se afastam da então rigidez do regime Comunista no resto do território Chinês. Estas foram estabelecidas em Shantou, Shenzhen, e Zhuhai, todas na Província de Cantão e em Xiamen, na Província de Fujian bem como a inteira ilha que constitui a Província de Hainan.
A partir dessa altura, o governo abriu outras cidades costeiras ao investimento estrangeiro: Dalian, Qinhuangdao, Tianjin, Yantai, Qingdao,Lianyungang, Nantong, Shanghai, Ningbo, Wenzhou, Fuzhou, Cantão, Zhanjiang, e Beihai - todas em 1984; Península de Liaodong, Província de Hebei (que rodeia Pequim e Tianjin), Península de Shandong, Delta do Rio Yangtze, Triângulo Xiamen-Zhangzhou-Quanzhou no Sul da Província de Fujian, Delta do Rio das Pérolas, e Guangxi - todas entre 1985 e 1990.
Em 1990 o governo abriu a nova zona de Pudong bem como mais cidades ao longo do vale do Rio Yangtzé ao investimento estrangeiro e desde 1992 que todas as capitais das províncias e regiões autónomas e ainda umas quantas cidades costeiras e fronteiriças sofreram a mesma abertura.
GEOPOLITICA DA COLOMBIA

Do G1, em São Paulo e em Brasília
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reúne-se nesta quinta-feira (6), em Brasília, com o colega colombiano Álvaro Uribe para debater, entre outros temas, a negociação entre Colômbia e Estados Unidos para instalação de bases militares norte-americanas em solo colombiano.
A instalação de sete bases para o Exército norte-americano na Colômbia vem gerando tensão entre outros países sul-americanos, sobretudo a Venezuela, que recentemente congelou as relações diplomáticas com o país vizinho.
O tema deve ainda ocupar lugar central nas discussões do próximo encontro do Unasul (União das Nações Sul-Americanas) na próxima segunda-feira (10), em Quito, no Equador, do qual Uribe não participará.
Oficialmente, a viagem de Uribe tem o objetivo de "abordar temas sobre o terrorismo na Colômbia, seus riscos e os assuntos relativos à União das Nações Sul-Americanas (Unasul)".
O Brasil é o sexto destino do presidente colombiano para tratar do assunto. Uribe já manteve encontros com os colegas Alan García (Peru), Evo Morales (Bolívia), na terça-feira (4), além dos presidentes de Chile, Argentina e Paraguai, nesta quarta (5). Do Brasil, deve seguir ainda ao Uruguai.
A previsão do Palácio do Planalto é que a reunião, marcada para as 15h, dure cerca de duas horas. Antes disso, Lula reunirá ministros e auxiliares para fazer uma reunião preparatória e deve discutir os aspectos de segurança e política internacional envolvidas no acordo no país vizinho.
A principal preocupação do Brasil é sobre a autonomia militar que os Estados Unidos terão sobre as bases. Até agora, Colômbia e Estados Unidos afirmaram que as bases serão comandadas pelos militares colombianos.
O governo brasileiro também não vê com bons olhos, segundo o assessor especial da presidência da República para assuntos internacionais, Marco Aurélio Garcia, uma maior presença militar de países de fora da região próximos à Amazônia.
Outra crítica feita pelo Brasil é sobre o encaminhamento dessas negociações entre os dois países. O Brasil e outros países da região queriam ter sido informados pelos canais diplomáticos tradicionais da intenção dos colombianos e norte-americanos.
quarta-feira, 3 de junho de 2009
DOCUMENTARIO - CRIANÇA É A ALMA DO NEGÓCIO
OU VEJA AQUI
PARTE 01
PARTE 02
PARTE 03
PARTE 04
PARTE 05
sábado, 30 de maio de 2009
COMO DESPOLUIR UM RIO - TAMISA
| O Tâmisa voltou a ser usado como área de lazer pelos londrinos |
Dos tempos do 'Grande Fedor' – como o Tâmisa ficou conhecido em 1858, quando as sessões do Parlamento foram suspensas por causa do mau cheiro – até hoje, foram quase 150 anos de investimento na despoluição das águas do rio que cruza a cidade de Londres.
Bilhões de libras mais tarde, remadores, velejadores e até pescadores voltaram a usar o Tâmisa, que hoje registra 121 espécies de peixe em suas águas.
Se a poluição começou ainda nos idos de 1610, quando a água do rio deixou de ser considerada potável, a despoluição só foi começar a partir de meados do século 19, na época em que o rio conquistou a infame alcunha com o seu mau cheiro.
A decisão de construir um sistema de captação de esgotos também deve muito às epidemias de cólera das décadas de 1850 e 1860.
Espinha dorsal
A infra-estrutura construída então continua até hoje como a espinha dorsal da rede atual, apesar das várias melhorias ao longo dos anos.
Na época, os engenheiros criaram um sistema que simplesmente captava os dejetos produzidos na região metropolitana de Londres e os despejava no Tâmisa outra vez, quilômetros abaixo.
Na época, a solução funcionou perfeitamente, e o rio voltou a se recuperar por alguns anos.
No entanto, com o crescimento da população, a mancha de esgoto foi subindo o Tâmisa e, por volta de 1950, o rio estava, mais uma vez, biologicamente morto.
Foi então que as primeiras estações de tratamento de esgoto da cidade foram construídas.
Volta do salmão
Vinte anos depois, em meados da década de 1970, o primeiro salmão – um peixe conhecidamente sensível à poluição – em décadas foi flagrado no Tâmisa.
Hoje, encontrar salmões no rio não causa mais nenhum espanto, mas ainda assim, a Thames Water, a empresa de saneamento de Londres, continua investindo pesado no sistema de esgoto.
"Desde 1989, quando a empresa foi privatizada, investimos mais de 1 bilhão de libras esterlinas (cerca de R$ 5 bilhões)", afirma Peter Spillett, diretor de Meio Ambiente, Qualidade e Sustentabilidade da Thames Water.
Com a credencial de responsável por um rio que há poucas décadas era tido como morto e hoje voltou a abrigar centenas de espécies, Spillett foi pessoalmente a São Paulo dar palestras sobre despoluição e conheceu o Tietê de perto.
"Essencialmente, o Tietê é muito poluído porque não há controle eficiente dos dejetos industriais e domésticos. Você tem montes de efluentes lançados nesse rio relativamente pequeno e, daí, ele está biologicamente morto."