terça-feira, 3 de maio de 2011
TECNOLOGIA E INFORMAÇÃO
Como a morte de Osama bin Laden reflete o novo ciclo de notícias online
Com um espaço de minutos (provavelmente o tempo que jornalistas e blogueiros levaram para confirmar a informação), a morte de bin Laden começou a ser reafirmada e replicada usando fontes anônimas dentro do governo. Trata-se de um quebra-cabeças onde as peças (nem todas genuínas) vão se encaixando em questão de minutos. Steve Brusk, da CNN, confirmou se tratar de um anúncio sobre segurança nacional. O conservador Talking Points Memo citou duas fontes anônimas para confirmar a informação que já circulava no Twitter. O liberal Huffington Post preferiu se ater à confirmação da Associated Press.
Imediatamente, buscas referentes a bin Laden começaram a inundar buscadores. O gráfico do Google Trends mostra como o nome do terrorista foi o termo que mais cresceu assim que a primeira informação foi publicada. Tags como “osama” e “bin laden” sofreram o mesmo fenômeno no Twitter. No Google Maps, um usuário marcou a suposta mansão onde o terrorista foi morto. Em pouco mais de 14 horas, o vídeo do discurso de Obama no canal da Casa Branca no YouTube acumula mais de 770 mil exibições. Overbete da Wikipedia foi atualizado em tempo real (não sem a devida polêmica). Fez-se a peregrinação completa por todas as plataformas digitais que uma notícia do tipo exigia.
Logo após o burburinho no Twitter e da mídia online, veículos tradicionais foram atrás da notícia. O New York Times foi o primeiro jornal de relevância a confirmar a informação. Segundo o próprio jornal, CNN, NBC, ABC e CBS (ah, o gosto americano pelas letrinhas…) interromperam suas programações para colocarem jornalistas ao vivo comentando o iminente anúncio de Obama. Entre entrevistas com analistas de política ou ex-membros do governo, confirmações e outros detalhes apurados pelos jornalistas eram anunciados. O discurso de Obama ainda atrasaria uma hora em relação ao horário original.
No Brasil, tanto canais de TV como portais demoraram ainda mais para dar a notícia. O Terra foi o primeiro, citando a CNN. Logo depois vieram UOL e Globo.com (que, como acontece em momentos de relevância jornalística, abriu online o sinal do canal Globo News). Enquanto a TV aberta deixou a notícia de lado por mais tempo, os canais de notícias (Record News e Band News, além do já citado Globo News) adotaram postura semelhante aos seus equivalentes americanos, replicando informações e reproduzindo o sinal do noticiário nos Estados Unidos.
O furor online envolvendo a morte de bin Laden, nove anos depois dos ataque de 11 de setembro, é um belo exemplo da profunda mudança pela qual o ciclo de notícias passou com a ascensão das plataformas de comunicação facilmente acessíveis. O gráfico acima, montado pela agência de comunicação Burson Marsteller, ilustra bem como o processo pelo qual um fato vira notícia mudou: como testemunhas e insiders podem publicar informações diretamente, sem a necessidade de intermediários, um novo estágio neste ciclo se instaura, um estágio passado quase que na sua totalidade no Twitter. Informações extremamente relevantes ganham espaço nesta nova dinâmica de criação e distribuição de notícias. No pico, foram mais de 5 mil por segundo sobre o fato ontem, segundo dados oficiais do Twitter. Levado nos ombros por outros usuários, o de Urbahn está, definitivamente, no topo.
Jornalistas de veículos sempre tiveram visibilidade a partir do momento que informações quentes apuradas iam diretamente para as páginas de jornais e revistas ou para os templates dos sites. Alimentada pela credibilidade de um ex-assessor do governo, a notícia aventada por Urbahn se alastrou. É o chamado “capital social”, valor difícil de ser mensurado que as conexões formadas ao redor de Urbahn (ou de qualquer indivíduo) representam.
Foi o que o blog Business Insider chamou de “momento CNN do Twitter“. O canal de notícia ganhou projeção nos Estados Unidos em 1990, quando fez a cobertura mais profunda sobre a Guerra do Golfo. A plataforma de microblog em si não tem méritos jornalísticos (a ferramenta é o que a gente faz dela), mas colhe os louros por dar a gente como Urbahn a capacidade de fazer com que a imprensa inteira corra na direção apontada.
domingo, 1 de maio de 2011
NOVOS DADOS DO CENSO 2010
| SOBre | |
| | |
COLETA | MATERIAIS |
| · FAQ · Videos · Fotos · Twitter · Facebook | |
| Primeiros Resultados - 29/11/10 - Gráficos e cartogramas de população e domicílios | |
terça-feira, 26 de abril de 2011
REVISÃO PARA O VESTIBULAR
Geografia |
Guia de Estudos para passar no vestibular - Geografia
O espaço mundial.
Desigualdades sócio espaciais das atividades econômicas, população, trabalho e tempo livre, centros de poder e conflitos atuais.A distribuição territorial das atividades econômicas.
1 - A natureza como recurso para o desenvolvimento das atividades econômicas: extrativismo, coleta e produção agropecuária. A utilização dos recursos naturais e os impactos ambientais.
2 - Os processos de industrialização, urbanização e metropolização e o desenvolvimento desigual dos países.
3 - Os grandes centros econômicos e sua organização territorial: Estados Unidos, Japão e
Europa Ocidental.
4- Diversidade geográfica e socioeconômica da América Latina, África, Ásia e Oceania.
5 - A integração dos países pelas redes materiais e imateriais. As redes de transporte e a circulação
de mercadorias e as redes imateriais: fluxos de informação, de comunicação e de capital financeiro.
A população mundial: estrutura, dinâmica e mobilidade geográfica.
1 – Estrutura e dinâmica populacional, desemprego e exclusão social.
2 - Mobilidade populacional: migração de trabalhadores, fluxo de turistas e de refugiados políticos.
Tempo livre: diferenças geográficas e sociais.
1- O lazer e o entretenimento na sociedade atual: direito ao lazer e sua mercantilização.
2 - O turismo como atividade econômica e suas diversas formas.
3 - Os impactos sócio-ambientais da atividade turística.
4 - O esporte. A indústria cultural.
Do mundo bipolar ao mundo multipolar.
1 - Surgimento e crise do mundo bipolar: as potências coloniais, a Primeira e a Segunda Guerras
Mundiais, as superpotências, o movimento dos países não alinhados, a corrida armamentista e a
Guerra Fria.
2 - Implicações geopolíticas da desestruturação da União Soviética: crise e desagregação da URSS
e a reestruturação política do leste europeu.
3 - O mundo multipolar: a hegemonia mundial dos Estados Unidos e os novos pólos do poder
mundial: Alemanha, França, Reino Unido, Japão, China e Rússia. As potências regionais: África do
Sul, Brasil e Índia.
4 - A organização do poder econômico e político mundial: os principais organismos internacionais,
os blocos econômicos regionais, os grandes grupos econômicos internacionais e as organizações não
governamentais.
5 - A emergência de conflitos regionais e a questão das identidades sócio-culturais: étnicas, tribais e religiosas.
O espaço geográfico brasileiro.
A formação do território, a distribuição territorial das atividades econômicas, população e participação do Brasil na ordem mundial.1 - A formação do território brasileiro e a gênese das desigualdades sócio-espaciais contemporâneas. A produção de espaços vinculados ao comércio colonial exportador.
2 - Os espaços geográficos complementares à economia colonial exportadora.
3 - As fronteiras territoriais.
A distribuição territorial das atividades econômicas.
1 - A natureza como recurso para o desenvolvimento das atividades econômicas.
2 - A exploração vegetal e a pesca.
3 - Os recursos minerais, as fontes de energia e os impactos ambientais.
4 - O modelo energético brasileiro.
A diversidade regional da agricultura e da pecuária brasileira.
1 - Da subsistência à modernização
agropastoril. A questão da propriedade territorial, das relações de produção e de trabalho.
2 - O complexo agro-industrial. A política agrícola e os mecanismos de financiamento das atividades no campo.
3 - A reforma agrária e os movimentos sociais no campo.
4 - A agricultura e os impactos ambientais.
O processo de industrialização brasileiro.
1 - Gênese da indústria: a cafeicultura e a concentração de riqueza em São Paulo.
2 - O processo de industrialização, a
concentração da atividade industrial no Brasil e a recente desconcentração espacial da indústria.
3 - A industrialização restringida, a substituição de importações e o desenvolvimento de pólos industriais e tecnológicos.
4 - O processo de industrialização e o desenvolvimento desigual das regiões brasileiras.
O processo de urbanização e a constituição da rede urbana brasileira.
1 - O desenvolvimento metropolitano e as atividades de serviços.
2 - A produção científica e tecnológica no Brasil: as instituições de pesquisa.
3 - A urbanização e os impactos ambientais.
4 - Os movimentos sociais urbanos.
5 - As regiões brasileiras e o Estado de São Paulo.
A população brasileira: estrutura, dinâmica e mobilidade geográfica.
1 - A formação da população brasileira. A questão indígena e as seqüelas da escravidão africana. A imigração européia e asiática.
2 - Estrutura e dinâmica da população brasileira, emprego, distribuição da renda e exclusão social.
Os indicadores de qualidade de vida.
1 - A distribuição espacial da população, migrações internas e externas. Migração detrabalhadores, fluxo de turistas e de refugiados políticos.
O Brasil na nova ordem mundial.
1 - Participação do Brasil nos organismos internacionais, sua relação com os centros hegemônicos mundiais, e com blocos econômicos regionais.2 - O Brasil e os Estados Unidos.
3 - O Brasil e a América Latina. A relação com os países amazônicos. A formação e o desenvolvimento do Mercosul.
4 - O Brasil e seus demais parceiros internacionais.
O planeta Terra:
1 - Os climas e os ecossistemas terrestres, o relevo e a água na superfície terrestre.2 - O planeta Terra.
3 - Origem do Universo e do planeta Terra: hipóteses explicativas.
Movimentos principais da Terra e suas conseqüências.
1 - Estrutura interna da Terra.
2 - Os sismos e o conhecimento das camadas internas. A crosta terrestre e sua composição. Origem e evolução dos continentes e a deriva continental.
3 - A tectônica de placas: distribuição das placas na superfície terrestre e seus movimentos. Bordas de placas, atividade vulcânica e formação de montanhas.
Natureza e origem das rochas.
1 - Minerais constituintes e tipos de rochas. O ciclo das rochas.
2 - As rochas, os fósseis e a escala do tempo geológico. A idade da Terra.
3 - Recursos minerais e sua distribuição.
Origem e evolução dos depósitos de combustíveis fósseis.
1 - Recursos minerais no Brasil.
2 – Os climas e os ecossistemas terrestres.
3 - O clima.
4 - A atmosfera: composição química.
5 - Temperaturas e circulação atmosférica.
As mudanças de temperatura e os fatores geográficos. As precipitações.
2.1.3 - Tempo e clima. Zonalidade climática.
2.1.4 - O efeito estufa natural. As mudanças climáticas.
2.2 - A biosfera. Conservação, uso, manejo e estado atual dos ecossistemas.
2.2.1 - Distribuição geográfica dos climas e a distribuição da vegetação.
2.2.2 - Ecossistemas das zonas polares, temperadas frias, temperadas, áridas e de altitude.
2.2.3 - Os ecossistemas intertropicais e sua diversidade.
O relevo terrestre.
1 - Fatores endógenos.2 - Escudos e bacias sedimentares antigos e modernos e cadeias dobradas. Tipos de relevo associados.
3 - A formação das montanhas: falhas e dobras. Tipos de relevo associados.
4 - Vulcões e relevo vulcânico.
5 - Escala de unidades geomorfológicas: magnitude, tamanho e permanência.
6 - Origem e evolução da plataforma brasileira. Os tipos de relevo.
7 - Fatores exógenos.
8 - Os ambientes terrestres e o modelado do relevo. Intemperismo e pedogênese.
9 - Morfogênese: formas e depósitos associados nos ambientes polares, temperados frios, temperados, intertropicais, áridos e de altitude.
10 - O modelado antrópico.
11- O modelado do relevo brasileiro.
A água na superfície terrestre.
1 - Oceanos e mares.
2 - A água em movimento: correntes marinhas, ondas e marés.
3 - O relevo e os ambientes submarinos.
4 - A temperatura e a salinidade como
fatores de distribuição das espécies.
5 - A plataforma e as bacias oceânicas brasileiras: biodiversidade, recursos minerais e impactos ambientais.
6 - Formas resultantes da dinâmica marinha, dos fatores tectônicos e dos seres vivos na interface continente-oceano.
7 - O litoral brasileiro: os tipos de costa e sua evolução. Os ecossistemas costeiros: conservação, uso, manejo e estado atual.
Os ambientes de água doce.
1 - A bacia hidrográfica como unidade de análise. A rede hidrográfica.
2 - Os sistemas fluviais: formas e depósitos. Os rios meandrantes e os deltas.
3 - A vida no ambiente fluvial.
4 - As bacias fluviais brasileiras: conservação, uso, manejo e estado atual.
5 - A água nos ambientes áridos e semi- áridos: rios anastomosados e leques aluviais.
6 - Lagos e águas subterrâneas. Tipos de lagos. A vida nos ambientes lacustres.
7 - Geleiras: formas e depósitos associados. A vida no ambiente glacial.
A questão ambiental
Os ciclos globais, a agenda ambiental internacional e as políticas ambientais no Brasil.1 - Os ciclos globais e o ambiente terrestre nas questões internacionais.
2 - Escala temporal das flutuações climáticas.
3 - O sistema climático tropical e o fenômeno
ENSO (El Niño/Oscilação Sul).
1 - Episódios ENSO e o clima global: secas na África, desertificação, variabilidade das monções, atividade ciclônica no Atlântico e oscilações de temperatura na zona extratropical.
2 - Os resultados físicos das mudanças químicas: a intervenção antrópica. A Convenção sobre Mudanças Climáticas Globais.
3 - A intensificação do efeito estufa e o aquecimento global. O buraco na camada de ozônio. O Protocolo de Montreal.
4 - O uso intensivo do solo e a desertificação. A Convenção sobre Desertificação.
5 - Os países de megadiversidade biológica. A Convenção sobre Diversidade Biológica.
A agenda internacional ambiental e o movimento ambientalista.
1 - A questão ambiental na ONU e o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente.
2 - As Conferências internacionais sobre o ambiente.
3 - A participação do Brasil nas reuniões internacionais sobre o ambiente.
4 - A participação das organizações não governamentais ambientalistas em organismos internacionais.
5 - As diferentes visões do ambientalismo.
Políticas públicas ambientais e o ambientalismo no Brasil.
1 - A institucionalização da temática ambiental no Brasil.
2 - A legislação ambiental brasileira.
3 - Os Conselhos sobre o meio ambiente e a participação da sociedade civil.
4 - Políticas de gestão dos recursos hídricos.
5 - Os Comitês de Bacia.
6 - O uso dos aqüíferos.
7 - Políticas de conservação da diversidade biológica brasileira.
8 - As unidades de conservação no Brasil.
9 - O acesso aos recursos genéticos do Brasil e o conhecimento desses recursos pelas comunidades locais.
10- O ambientalismo no Brasil.
A Cartografia, disciplina auxiliar da Geografia.
1 - O sistema de coordenadas terrestres. As coordenadas geográficas. Hemisférios e zonas terrestres.2 - A representação da superfície terrestre: projeções cartográficas, escalas de representação e tipos de mapeamento.
Mapeamento da Terra por satélite. Aplicações geográficas das imagens de satélite.
3 - A linguagem cartográfica como meio de compreensão e expressão de fenômenos da realidade.
4 - As diferentes formas de representação gráfica no tratamento da informação de fenômenos da realidade.
sábado, 23 de abril de 2011
Filmes que gostaríamos de ver!
FILME DO THUNDECATS
GOONIES 2
SMURFS, O FILME
LANTERNA VERDE, O FILME
PELÉ, O NIJA DO GUETO
THOR, O FILME
CAPITÃO AMÉRICA, O FILME
sexta-feira, 22 de abril de 2011
Exercícios de Vestibular - Geografia para Todos
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Pro Dia Nascer Feliz
DICA DE VÍDEO
Tamanho: 256MBGênero: Documentário Nacional
Formato: Avi
Qualidade: DvdRip
Audio: Português
Legenda: S/L
Uploader: Wellington
Classificação etária: Não informada
Ano de Lançamento: 2006
Servidor: Megaupload
[+] DOWNLOAD